UNIFOR-MG APRESENTA PESQUISA SOBRE DOR LOMBAR EM CICLISTAS EM CONGRESSO NACIONAL DE FISIOTERAPIA
quinta-feira, 29 de outubro de 2026.
O Centro Universitário de Formiga esteve representado no 2º Congresso Brasileiro de Fisioterapia da Dor, realizado nos dias 23 e 24 de outubro de 2026, no Centro de Convenções CentroSul, em Florianópolis (SC). O evento reuniu pesquisadores, professores e profissionais da área para discutir avanços científicos e novas abordagens na avaliação e no tratamento da dor.
Durante o congresso, o Prof. Dr. André Carvalho Costa, docente dos cursos da área da Saúde do UNIFOR-MG, apresentou, na modalidade pôster científico, o trabalho intitulado “Dor lombar em ciclistas brasileiros: prevalência e fatores associados”. A pesquisa foi desenvolvida por pesquisadores vinculados à Instituição, sob a coordenação do Prof. Dr. Andrei Pereira Pernambuco.
O estudo analisou dados de 1.521 ciclistas brasileiros com o objetivo de identificar a prevalência de dor lombar e sua associação com características individuais e aspectos relacionados à prática do ciclismo. Os resultados apontaram que 29,2% dos participantes relataram dor lombar. As análises também identificaram associações com menor idade, maior massa corporal e prática de mountain bike, embora os efeitos observados tenham sido pequenos.
Os achados reforçam o caráter multifatorial da dor lombar e destacam a importância de estratégias individualizadas de prevenção e cuidado. A apresentação do trabalho possibilitou a divulgação dos resultados da pesquisa e a troca de conhecimentos com profissionais e pesquisadores de diferentes instituições, contribuindo para o fortalecimento da produção científica desenvolvida no UNIFOR-MG.
Segundo o professor André Carvalho Costa, a participação em eventos científicos dessa natureza permite aproximar a pesquisa da formação acadêmica e da prática clínica: “Participar de um congresso dessa relevância, representando o UNIFOR-MG e apresentando uma pesquisa desenvolvida em nossa Instituição, é uma oportunidade de compartilhar conhecimentos, fortalecer a pesquisa e trazer novas perspectivas para a formação dos nossos alunos e para a assistência aos pacientes. A ciência precisa estar cada vez mais próxima da prática profissional”.


