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LABORATÓRIO DE MINERALOGIA DO UNIFOR-MG COLETA MAIS DE 150 KG DE MATERIAL PARA PESQUISA E EXPOSIÇÃO

LABORATÓRIO DE MINERALOGIA DO UNIFOR-MG COLETA MAIS DE 150 KG DE MATERIAL PARA PESQUISA E EXPOSIÇÃO

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024.
LABORATÓRIO DE MINERALOGIA DO UNIFOR-MG COLETA MAIS DE 150 KG DE MATERIAL PARA PESQUISA E EXPOSIÇÃO

O Laboratório de Mineralogia do UNIFOR-MG realizou viagens para coleta de mais de 150 kg de material para pesquisa, aulas e exposição. Os materiais são amostras de rochas raras, de interesse agronômico, minérios e solos. 

Os trabalhos foram realizados pelos professores Prof. Dr. Alex Almeida e Prof. Anísio Cláudio Rios Fonseca, representando respectivamente o Laboratório de Iniciação Científica e o Laboratório de Mineralogia, e também contou com a participação da egressa do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, Karina Santos Rios Fonseca, colaboradora do laboratório desde sua fundação.

Na oportunidade foram coletados ritmitos glauconíticos, cangas, kamafugitos, fonólitos, gabros, dentre outras rochas. Os solos foram coletados e devidamente identificados para servirem de substrato para experimentos de casa de vegetação. A coleta foi realizada graças ao incentivo do UNIFOR-MG. Um dos aspectos das pesquisas é a determinação das taxas de transferência de nutrientes do pó de rocha (K, Ca, Mg, P, Fe, etc.) para a solução do solo.

Com a crescente demanda de insumos agrícolas e altos preços dos adubos importados, a rochagem se torna uma ótima opção para prevenção e mitigação de problemas em casos de jazidas estarem indisponíveis ou mesmo boicote nas exportações de adubos para o Brasil. A prática da rochagem, que é a moagem de rochas portadoras de nutrientes, já é antiga, tendo começado com o calcário e evoluído para utilização de rejeitos de mineração, marmorarias e utilização direta de rochas. 

Regionalmente existem litotipos que podem ser explotados para este fim, tornando a pesquisa bem mais próxima de uma aplicação imediata. As amostras foram coletadas em áreas de afloramento e rejeito, sem qualquer dano ao meio ambiente. Após coletadas, as rochas foram fracionadas com uso de marreta, para facilitar sua redução a pó pelo moinho, de acordo com as necessidades. A solubilização dos minerais depende diretamente de sua estabilidade química, diretamente relacionada com a posição dos mesmos na série de Bowen. Como são rochas ricas em plagioclásios, piroxênios, zeólitas e olivina, a velocidade da solubilização no solo é maior. 

Segundo o Prof. Anísio Cláudio Rios Fonseca, o país não pode ficar refém da importação de insumos e a crise da Rússia deixou isso bem claro.

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