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Dois docentes do Centro Universitário participaram do seminário “Feminicídio: um debate sobre o ato final da violência contra a mulher”. O evento ocorreu no dia 10 de abril na Câmara Municipal de Formiga e foi organizado pela vereadora Joice Alvarenga e pela Irmandade das Flores, criada pela advogada Flávia Leão.

O Prof. Me. Bruno Alvarenga Ribeiro representou o UNIFOR-MG e o Prof. Jaderson Teixeira é secretário de Desenvolvimento Humano. Também prestigiaram o seminário representantes da Defensoria Pública, da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Formiga), da Prefeitura de Córrego Fundo e da Associação das Mulheres de Formiga.

A programação contou com a palestra de Isabel Lisboa, integrante da Comissão das Mulheres da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e assessora da Deputada Estadual Marília Campos. Em sua abordagem, refletiu sobre as diversas nuances do feminicídio, que é o ápice das várias formas de violências que atingem as mulheres nos aspectos: físico, psicológico, patrimonial e simbólico. Também tratou das medidas para combater essas práticas.

O Prof. Me. Bruno Alvarenga Ribeiro falou da importância do conhecimento que a academia produz e de como isso pode ajudar a elucidar os fatores que motivam a violência contra as mulheres. Ele mencionou que o feminicídio é precedido por agressões simbólicas que se repetem no cotidiano da maioria das mulheres e banalizam a sua subalternização.

“O combate à violência contra as mulheres passa pela promoção da justiça social. Elas são as mais afetadas em uma sociedade estruturalmente desigual, pois a luta de classes é potencializada pelas desigualdades de gênero”, argumentou o docente.

O Prof. Jaderson Teixeira falou da importância dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) que são equipamentos da Política de Assistência Social capazes de acolher as vítimas. Ele sugeriu que seja restaurado o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres.

Irmandade

A Irmandade das Flores nasceu da necessidade de oferecer ajuda às mulheres que sofrem qualquer tipo de violência. Ela atua na proteção dos direitos das mulheres e já obteve algumas conquistas importantes. De acordo com a advogada Flávia Leão e integrantes da Irmandade, a iniciativa faz ecoar a sororidade, termo utilizado para traduzir as relações de solidariedade entre mulheres na luta contra toda forma de opressão.

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SEMINÁRIO 3

 

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