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A Profa. Dra. Sandra de Almada Mota Arantes é referência em estudos sobre resistência feminina no Holocausto e a cada dia conquista maior notoriedade nessa área, na qual se dedica à produção de um livro. Em setembro, a emissora Bandeirantes, com sede no Rio de Janeiro, divulgou uma entrevista com a docente. O vídeo exibe relatos e imagens da Segunda Guerra Mundial, além de outros elementos. O convite para participar de “Holocausto: Resistência Feminina” surgiu na semana na qual a professora representou o UNIFOR-MG no III Seminário Internacional em Memória Social. Na época, foi apresentada a membros da Comunidade Judaica e Comunidade na TV.

“Interessante perceber que em meio à fragilidade e a todo tipo de sofrimento, as mulheres conseguiam se unir e ajudar umas às outras, mesmo que para muitas lhes custasse a vida. O que podemos ver é que as perseguições provocavam e aumentavam a capacidade de resistir na oposição, no manejo, no desafio e tolerância. Usaram a inteligência, uma vez que queriam lutar realizando sabotagens, como uma das sobreviventes menciona na matéria”, afirmou.

Desde o início de suas pesquisas, a docente percebe que aumenta o desejo das vítimas em contarem as vivências e têm sido encontrados livros, filmes, reportagens, diários e muitos documentos. Ela explica que a maioria se calou e, até os anos 80, a experiência feminina não havia sido discutida no contexto do Holocausto. “Hoje, o assunto começou a ser mais debatido e a história se reconstrói. Algumas dizem que se sobreviveram, provavelmente, tinham a missão de contar. Mas não querem, na verdade, falar apenas da guerra, das perseguições que sofreram, elas consideram muito que, na época, eram jovens, e essa parte de suas vidas foi arrancada”, esclarece.

A entrevistada considera que muitas sentem a dor de ter resistido, de ser resto daquilo que sobrou depois de muito tempo, após a morte. Constata que relatam também a possibilidade de, enquanto lembram, vivem o luto a que foram privadas e reforçam o conhecimento a respeito do Shoá, já que o número de testemunhas vivas diminui a cada ano. A Profa. Dra. Sandra de Almada Mota Arantes analisa que a preservação da memória tornou-se herança para os filhos. E hoje, ainda, podem lembrar, narrar lutas, sofrimentos, resistências e sabotagens, em um momento em que “valia tudo” para sobreviver.

“Conhecer os livros, ler e recontar algo das histórias dessas mulheres, tornou-me uma pessoa melhor. A cada livro novo, meu envolvimento com o tema aumenta diante da possibilidade do reconto, registro. E aprendo com elas que, na intenção de mostrar o lado humano, expõem a essência de abnegação pela fidelidade a seus ideais frente a toda uma barbárie, em um contexto em que ignoraram e abandonaram as suas humanidades, quando sofreram dores de tortura inimagináveis, para proteger o próximo”, complementou.

Assista “Holocausto: Resistência Feminina” a partir de 18:40 minutos neste link. 

Dona Mira uma das entrevistadas para o livro

Dona Mira, uma das entrevistadas para o livro

 

Dona Betty e seu Fred sobrevivente do Holocausto

Dona Betty e seu Fred, sobrevivente do Holocausto

 

Freddy Sobotka e a marca para a morte dele. Hoje tem uma joalheria em Coacabana no RJ

Freddy Sobotka e a marca para sua morte. Hoje, tem uma joalheria em Copacabana no Rio de Janeiro

 

Família Freddy Sobotka Sofia Levy

Família de Freddy Sobotka e a escritora Sofia Débora Levy

 

Museu do Rio de Janeiro

Museu Judaico do Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

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